Terça-feira, 27 de Março de 2012
O Porquê da Partcipação das Mulheres na Greve Geral I

Ofensiva social e laboral

Os conteúdos gravosos das propostas de alteração da legislação laboral, acordados entre o Governo PSD/CDS-PP, patronato e UGT, para votação na Assembleia da República, em simultâneo com o ataque aos serviços públicos, às funções sociais do Estado e o agravamento geral do custo de vida, são razões fundamentais para uma forte participação na greve geral, oportunamente convocada pela CGTP-IN.

 

Esta ofensiva social e laboral faz parte de um processo mais vasto de retrocesso civilizacional, de ataque ao emprego, de alargamento da pobreza e das desigualdades, de fragilização da democracia, de destruição do aparelho produtivo, de afrontamento aos valores de Abril e ao projecto de sociedade consagrado na Constituição da República Portuguesa.

 

Por isso fazer greve geral significa rejeitar este rumo de recuo histórico nos locais de trabalho e no País e persistir na defesa dos direitos conquistados e consagrados na contratação colectiva, dos valores de progresso social, do futuro dos trabalhadores e das futuras gerações, da própria independência e soberania nacionais.

Fátima Messias, da Comissão Executiva da CGTP-IN


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 14:30
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011
2º Aniversário

2º Aniversário do Nucleo do MDM de Viseu!!!

Parabéns


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 00:06
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
PAZ SIM! / NATO NÃO! - Campanha em Defesa da Paz

 

 

Tempo de Antena do MDM - Ver Aqui


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 09:42
link do post | comentar | favorito

Domingo, 14 de Novembro de 2010
Aminetou Haidar na sede do MDM

Aminetou Haidar, activista sarauí dos direitos humanos foi recebida na sede do MDM, aquando da sua visita a Portugal.

 Para visualizar o video clicar na imagem


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 21:05
link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 21 de Setembro de 2010
Dia Internacional da Paz

 

Paz sim! Militarização não!

 


Assinalando-se hoje o Dia Internacional da Paz, na coincidência com o Dia da Defesa Nacional para o qual o Governo mobilizou as mulheres pela primeira vez, e com a brevidade da realização da Cimeira da Nato em Portugal, o MDM denuncia os reais perigos e ameaças aos povos mas também o desvirtuamento conservador dos ideais de Igualdade, Desenvolvimento e Paz que sob a égide das Nações Unidas congregaram milhões de mulheres e milhares de organizações feministas e de mulheres em prol dos direitos e da dignificação das mulheres.

 

O mundo e o planeta atravessam neste primeiro decénio do Sec.XXI, um perigoso e instável equilíbrio, face às ameaças de nova corrida aos armamentos, do fabrico de novas armas de destruição massiva e quando no horizonte se vislumbram ameaças de instalação de novos armamentos na Europa por parte da NATO.  

 

As várias Conferências da ONU sobre as questões das mulheres foram um passo gigantesco no reconhecimento da relação indissociável entre os direitos das mulheres, o Desenvolvimento social e humano e a Paz.

Segundo a Plataforma de Acção aprovada na Conferência de Pequim, em 1995,

 

Constitui um importante factor de progresso para as mulheres um ambiente que mantenha a paz mundial e que promova e proteja os direitos humanos, a democracia e a solução pacífica dos conflitos, em conformidade com os princípios de não agressão e uso da força contra a integridade territorial ou a independência politica, e de respeito pela soberania, enunciados na Carta das Nações Unidas.

 

 

15 anos depois da Conferência de Pequim, numa linha de seguidismo obediente e cego à estratégia da Nato, o Ministério da Defesa convoca este ano, as mulheres para o Dia da Defesa Nacional, com o pretexto de que pela primeira vez a Igualdade de direitos, sem diferença de género, está sendo cumprida. Independentemente de se considerar que mulheres e homens deverão desempenhar tarefas de responsabilidade e de partilha de poder, o MDM reafirma que não só os dados estatísticos desmentem que a igualdade entre mulheres e homens esteja sendo cumprida como até tem aumentado no plano da discriminação do trabalho, da feminização da pobreza e de muitos outros indicadores como são as desigualdades nos salários, a hierarquização profissional ou a sua inserção na vida política numa demonstração de real desvalorização do estatuto da mulher portuguesa. Contrariamente ao que diz o Ministro da Defesa, a igualdade das mulheres está longe de estar cumprida e as desigualdades não param de aumentar e para o MDM, elas tenderão a aumentar mais se não forem travados os desígnios belicistas e armamentistas dos detentores do poder económico centrado na indústria militar.

O que é preciso afirmar é que a luta pelos direitos das mulheres e pela igualdade em Portugal e no Mundo foi e será sempre indissociada da luta pela Paz, sendo certo que as guerras e a crescente militarização tem sido o obstáculo maior à igualdade e ao desenvolvimento dos povos e causas da pobreza, da fome e indignidade em que milhões de famílias vivem 

O MDM exige ao Governo português que tenha uma postura de defesa transversal da soberania, da independência, da não ingerência, da não agressão, da resolução pacífica dos conflitos, da igualdade entre Estados e entre povos; uma postura de pôr fim a quaisquer formas de agressão, não só do domínio privado mas sobretudo do domínio público que violentam a dignidade das mulheres; uma postura que ponha termo ao desarmamento e se encaminhe para a dissolução dos blocos político-militares, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição da República e também a Carta das Nações Unidas.

No Seminário do MDM "Mulheres pela Paz" a realizar no dia 23 de Outubro em Lisboa, procuraremos a convergência de Mulheres, apelando às mulheres, cidadãs, trabalhadoras, de credos e ideologias diversas para que dêem as mãos pela paz - porque as guerras são indissociáveis da fome, das desigualdades sociais, económicas e de género. As guerras e as despesas com os armamentos estão de braço dado com a crescente exploração e com a dominação humilhante de uns sobre os outros. As guerras e o militarismo são entraves maiores à luta de libertação das mulheres em Portugal e no Mundo.

 

O MDM apela às mulheres que, no dia 20 de Novembro, engrossem a Manifestação em Lisboa, de repúdio pela Cimeira da NATO em Portugal, e contra o envolvimento de tropas portuguesas nas missões militares da NATO, que têm um carácter cada vez mais agressivo, militarista e expansionista incompatível com o desejável equilíbrio de género e de segurança que tanto apregoa.

 

MDM-Movimento Democratico de Mulheres -  Lisboa, 21 de Setembro de 2010


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 20:58
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010
Crime de Fagilde, reflexo de uma realidade escondida

     

                                          

   No dia em que se inicia em Viseu, o julgamento de mais um crime de violência exercida sobre uma mulher, não pode o MDM ficar indiferente. Joana Fulgêncio tinha apenas 20 anos quando a 17 de Novembro de 2009 foi encontrada morta apresentando sinais de ter sido brutalmente espancada, presumivelmente pelo namorado.

  Trata-se de um caso muito triste que evidencia uma realidade social dolorosa: não obstante a igualdade formal entre homens e mulheres, a verdade é que as mulheres em pleno séc. XXI continuam a ser alvo de profundas discriminações e sujeitas aos mais variados tipos de violência, desde a violência psicológica à física e sexual.

  Apesar da intensa propaganda, as medidas legislativas e os planos públicos adoptados têm tido um reflexo tímido na vida das mulheres, que hoje vivem pior, sendo públicos os casos decrescente violência em pares cada vez mais jovens, dentro e fora do casamento, nas relações de intimidade.

  A emergência da violência e a crueldade com que é praticada entre pares de jovens em fase de namoro, exige da sociedade e do Governo um outro olhar no combate aos estereótipos, às causas da violência, um outro investimento na educação para a sexualidade e para os afectos.

   O MDM, já em 2006, alertou para esta realidade emergente, produzindo materiais pedagógicos e realizando acções de educação não formal nas escolas, no sentido de contribuir para a prevenção deste fenómeno, continuando a fazê-lo no desempenho da sua actividade mobilizadora das mulheres para a defesa da sua auto-estima e luta emancipadora. Também em Viseu esta acção tem sido e continuará a ser desenvolvida.

  Consideramos que é urgente que o Estado assuma o seu papel, intervindo directamente junto dos estudantes, implementando de facto a educação sexual nas escolas, a educação para a igualdade de género, visando introduzir o respeito mútuo e o reconhecimento do valor dos afectos e da autonomia dos indivíduos, bem como o respeito pelo lugar das mulheres na sociedade e o combate a todas as violências sobre as mulheres.

  Responsabilizamos o Estado pela implementação de políticas que assegurem o acesso à saúde, à justiça, a um efectivo acompanhamento das mulheres vítimas de violência, garantindo o alargamento da rede pública de casas-abrigo. Responsabilizamos o Estado pela necessária valorização do estatuto económico, social e político das mulheres, de modo a transformar a vida das mulheres portuguesas no reconhecimento da sua dignidade dando passos significativos no caminho da igualdade de facto.

  Apelamos a todas as mulheres, nomeadamente às mulheres viseenses, que se empenhem nesta batalha pelos direitos das mulheres como direitos humanos, que lutem pela dignidade que nos pertence.


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 23:13
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 28 de Maio de 2010
Grande Manif Nacional 29 de Maio - Vamos Todas!

-

Distrito de Viseu - Locais de partida dos transportes:

 

  • LAMEGO (Soldado Desconhecido)...........7.00 h

  • CASTRO DAIRE (Intermarché)...................7.30h
  • VISEU (Avª Europa, junto Tribunal) ……..8.00 h

  • TONDELA (Frente ao Tribunal)................8.20 h

  • Stª COMBA DÃO (Café Arcada) ..............8.30 h

  • MORTÁGUA (Rest Lagoa Azul IP3) ……..8.40 h  

  • MANGUALDE (Largo da Câmara) ..……..7.30 h  

 

 

Inscrições para os transportes:

  • 232 420 320, 961 533 210, 916 147 001, 938 527 783 ou viseu@sprc.pt


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 15:53
link do post | comentar | favorito

Sábado, 24 de Abril de 2010
Comemorações do 25 de Abril em Viseu

Das 9.00 h às 12.00 h - Rossio

O 25 de Abril visto pelas crianças

(pintura, jogos, animação, teatro, música)

-

15.00 h - Rossio

Espectáculo “VIVA A LIBERDADE”

. música de intervenção com Zé Maria

(ex-membro da Brigada Vitor Jara)

. folclore, cantares, bombos ...

-

19.30 h - JANTAR COMEMORATIVO

No Restaurante “Império dos Sabores”

(Rua Paulo Emílio . Viseu)

-

inscrições: 232420320 . 232436277 . 232416034 ou viseu@sprc.pt

 

"Somos muitos, muitos mil, para continuar Abril"


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 09:09
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Sofia Ferreira: 1 de Maio de 1922 / 22 de Abril de 2010

 

Sofia de Oliveira Ferreira Santo, aos 87 anos, nascida a 1 de Maio de 1922, em Alhandra, Sofia Ferreira era filha de trabalhadores agrícolas, tendo dedicado toda a sua vida ao PCP e à luta pela democracia, a liberdade e o socialismo.

Tendo aderido ao Partido Comunista Português em 1945, Sofia Ferreira passou à clandestinidade em 1946. Exercendo diversas responsabilidades desde esse momento – primeiro na imprensa clandestina, depois em tarefas junto do Secretariado do Comité Central, e mais tarde integrando a Organização Local do Porto onde foi responsável pela organização partidária em empresas têxteis e em serviços da Função Pública –, Sofia Ferreira foi eleita para o Comité Central no V Congresso em 1957, responsabilidade que manteve até 1988.

Presa pela primeira vez em 1949 na casa do Luso com Álvaro Cunhal e Militão Ribeiro, Sofia Ferreira voltaria a conhecer a prisão e a tortura em 1959, tendo passado mais de 13 anos nas prisões fascistas.

Depois de algum tempo na União Soviética, Sofia Ferreira regressa em 1969 à luta clandestina assumindo, primeiro, tarefas na Organização Regional de Setúbal, integrando depois a Direcção Regional de Lisboa tendo  desempenhado várias tarefas de responsabilidade até ao 25 de Abril de 1974.

Assumindo papel importante nas acções reivindicativas pela libertação imediata dos presos políticos, pela extinção da PIDE, pelo fim da censura e pela defesa e consolidação das liberdades democráticas, Sofia Ferreira assumiu no Portugal de Abril tarefas na Direcção das Organizações Regionais de Lisboa, Setúbal e Beira Litoral. Sofia Ferreira integrava desde 1987 o Grupo de Trabalho do Arquivo Histórico do PCP tarefa que desempenhou com a dedicação e  empenho que a acompanhou em todo o seu percurso partidário.

Nota do Secretariado do CC do PCP

 

Mulher que se destacou na luta das mulheres contra a opressão fascista e foi umas das mais entusiastas pioneiras dos movimentos de mulheres e em particular do MDM. O MDM e as portuguesas devem-lhe um grande tributo pela sua luta, pelo seu sofrimento, pelo seu exemplo e dedicação, não podendo deixar de lhe prestar a nossa homenagem.


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 14:00
link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 25 de Março de 2010
Maria Alda Nogueira: Uma mulher, Uma vida, Uma história de amor (VII)

 No dia do 87º aniversário do seu nascimento a partir de hoje publicaremos a transcrição integral de um texto da autoria de Helena Neves, com edição do Movimento Democrático das Mulheres (MDM) sobre Maria Alda Nogueira. Foi publicado em 1987 por ocasião da entrega pelo MDM da Distinção de Honra, numa homenagem a uma vida dedicada à defesa da igualdade, da justiça social e da paz.

(continuação)

Encontros e retornos de uma mulher

A CLANDESTINIDADE

    

É na Faculdade que entra para o Partido Comunista Português. A sua ânsia de transformação da vida não se esgota no estudo nem nas outras actividades de intervenção, Maria Alda sente necessidade de outros horizontes, outras formas de luta. E risco.
Em 1949 entra na clandestinidade e vai trabalhar na redacção do «Avante!».
Acredita, no entanto, que será por pouco tempo.
O seu desejo mais profundo é dedicar-se à investigação, procurando conciliá-la com a participação política. Ardentemente ausculta o passar do tempo e vai lendo obras científicas. Lê muito obras científicas para não se desactualizar.
«Pensei que era uma suspensão na minha carreira, apenas isso. E lia imensas obras da minha especialidade que pedia aos camaradas que me arranjassem. Entretanto, uni-me ao homem que amava, tive um filho. Mas sempre aguardando o momento em que eu retomaria a carreira. Senti sempre e sinto a nostalgia de não seguir a vida da investigação científica.»
Em 1957 no V Congresso do PCP é eleita membro suplente do Comité Central.


sinto-me:

publicado por mdm-viseu às 14:29
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
18
19
20
21
22
23

24
26
27
28
30


posts recentes

O Porquê da Partcipação d...

2º Aniversário

PAZ SIM! / NATO NÃO! - Ca...

Aminetou Haidar na sede d...

Dia Internacional da Paz

Crime de Fagilde, reflexo...

Grande Manif Nacional 29 ...

Comemorações do 25 de Abr...

Sofia Ferreira: 1 de Maio...

Maria Alda Nogueira: Uma ...

arquivos

Novembro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Julho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Novembro 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Abril 2016

Março 2016

Novembro 2015

Maio 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Setembro 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Março 2012

Junho 2011

Fevereiro 2011

Novembro 2010

Setembro 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

tags

todas as tags

LIGAÇÕES
blogs SAPO
subscrever feeds