Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
Mês da Prevenção dos Maus Tratos à Criança e Jovem em Viseu

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 O MDM, parceiro da CPCJ de Viseu na modalidade alargada, apela à divulgação e participação de todas/todos nas atividades que integram o programa do Mês da Prevenção dos Maus Tratos às Crianças e Jovens, dinamizado por aquela Comissão em parceria com diversas instituições de Viseu.



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Sábado, 5 de Março de 2016
Movimento de Mulheres em Movimento

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O MDM vai levar à rua a festa de ser mulher, a luta pelos direitos das mulheres.

Dia 12 vamos fazer uma festa reivindicativa pelos direitos das mulheres uma grande manifestação de alegria, de confiança, de exigência, e de luta das mulheres.
O ponto de encontro, pelas 14:30, é no Cais do Sodré junto ao Rio e termina no Jardim da Doca Seca, onde celebraremos com música, poesia, pintura e intervenções. Cada uma poderá enriquecer esta festa trazendo a sua bandeira, pancarta, etc.
Convidamos as mulheres a erguerem as suas vozes pela transformação e construção de uma sociedade mais justa e solidária, feita de igualdade, respeito, dignidade e paz.
Com alegria, defender e exercer o direito a ser mulher com direitos! 



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Quinta-feira, 3 de Março de 2016
"Na Palestina - Rostos de Mulheres que resistem e lutam" no IPDJ em Viseu

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Núcleo de Viseu do MDM em parceria com o IPDJ promove exposição “Na Palestina – Rostos de Mulheres que resistem e lutam”

No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher o MDM – Núcleo de Viseu em parceria com o IPDJ promove a exposição “ Na Palestina – Rostos de Mulheres que resistem e lutam” que está patente ao público no IPDJ de Visei – Piso 1 até 31 de Março.
Esta exposição evocativa do Dia Internacional da Mulher tem por base uma visita realizada à Palestina por uma delegação onde o MDM esteve integrado e que tem como objectivo dar a conhecer a realidade da vida das mulheres na Palestina.



publicado por mdm-viseu às 20:51
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"Olhar Feminino sobre as Mulheres do Sahara Ocidental" em Moimenta da Beira

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As mulheres do Sahara Ocidental no átrio dos Paços do Concelho

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março), que celebra a luta das mulheres contra todas as formas de discriminação e desigualdades, pela consagração dos seus direitos, o Núcleo de Viseu do Movimento Democrático de Mulheres (MDM), com o apoio da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, evoca esse dia fazendo deslocar uma exposição fotográfica que chama a atenção para a situação vivida pelas mulheres no Sahara Ocidental.

“Olhar Feminino sobre as Mulheres do Sahara Ocidental”, que vai estar patente ao público no átrio dos Paços do Concelho de Moimenta da Beira, de 1 a 31 de março, resultou de uma caravana de solidariedade ao Sahara Ocidental promovida pelo Conselho Português para a Paz e a Cooperação em Abril de 2009, na qual o MDM esteve integrado tendo visitado os acampamentos de refugiados sarauís no sul da Argélia. Participaram nesta ação duas fotógrafas, Helena Costa e Inês Seixas, que desta forma e em quase 40 registos fotográficos, retratam a vida das mulheres de um povo que luta há tantos anos pela independência.

A história destes acampamentos começa com uma travessia do deserto, em 1975, fugindo da genocida ocupação marroquina. As mulheres sarauís nos acampamentos organizaram-se, potenciaram e desenvolveram as suas capacidades, refletem sobre temáticas do quotidiano.

No cenário frugal e precário que é a sua vida real, estas mulheres são um exemplo da luta das mulheres no mundo. Mulheres que lutam pelo seu dia a dia mas também pelas suas famílias, pelos seus direitos, por um futuro de paz e de justiça.

Por isso, o MDM e a autarquia fazem o convite para a partilha de algumas das impressões desta extraordinária viagem e a conhecer melhor a situação dramática de um povo que, a escassos quilómetros de Portugal, vive há mais de 40 anos num exílio forçado, lutando pelo seu país livre.



publicado por mdm-viseu às 20:46
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015
Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre as Mulheres

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Decorre hoje o Dia Internacional pela Eliminação de todas as Formas de Violência exercidas sobre as Mulheres. Assinalar este dia significa dar voz e visibilidade a milhões de mulheres e meninas de todo o mundo, agredidas, espancadas, mutiladas, violadas e assassinadas, naquilo que constitui uma atroz violação dos direitos humanos.

O que está na origem deste Dia? No dia 25 de Novembro de 1960, na República Dominicana, foram brutalmente assassinadas as três irmãs Mirabal, ativistas de direitos humanos por ordem do ditador Rafael Truillo. Essa data passou a ser comemorada todos os anos desde 1981, por organizações ativistas dos direitos das mulheres. Em 1993, através da Resolução 48/104, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração para a Erradicação da Violência contra as Mulheres e designou, em 1999, a data como Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, apelando aos governos, às organizações internacionais e ONG, para organizarem, nesse dia, atividades para sensibilizar a opinião pública para este problema.

Na escola, na rua, em casa, no local de trabalho, nos campos de batalha, cerca de 70% das mulheres sofrem de violência, psicológica, física, sexual ou moral, em algum momento da sua vida. Um quarto das mulheres grávidas é afetado.

Face à realidade vivida no nosso distrito, é importante denunciar a violência que é vivida nas relações de intimidade, mas também aquela que cada vez mais se instala nos locais de trabalho, o assédio moral.

Evocar este dia é proclamar que apesar de a igualdade de direitos entre homens e mulheres estar consagrada na lei, há toda uma batalha a travar contra a cultura de discriminação que permite e incentiva a violência. Um combate que cabe a todos, homens e mulheres, cidadãos comuns. É também um apelo a todos os governos para que cumpram as promessas de acabar com todas as formas de violência a que estão sujeitas as mulheres, meninas ou idosas, nos locais públicos como na reserva do lar.

Com esta iniciativa esperamos contribuir para combater este desrespeito pelos direitos humanos.

 



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Terça-feira, 26 de Maio de 2015
Dia Internacional da Acção pela Saúde da Mulher

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O dia 28 de Maio foi instituído como o Dia Internacional da Acção pela Saúde da Mulher no IV Encontro Internacional da Mulher e Saúde, durante o Tribunal Internacional de Denúncia e Violação dos Direitos Reprodutivos (1984, Holanda).

Decorridos 31 anos da consagração desse dia, continuam a morrer, antes e durante o parto, milhões de mulheres e meninas no Mundo, por falta de cuidados de saúde.

Hoje é internacionalmente reconhecido que a saúde da mulher é um barómetro do desenvolvimento humano, e como tal deve ser vista pelos responsáveis pelas políticas públicas de qualquer país.

Em Portugal, com as transformações operadas com o 25 de Abril, com a criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) particularmente com a generalização dos Cuidados Primários de Saúde em todo o território nacional, alcançaram-se elevados progressos na saúde da mulher, garantindo o direito de acesso ao SNS para todos mas assistimos hoje à crescente destruição de direitos na saúde.

As vulnerabilidades resultantes da situação económica, baixos salários e pensões, desemprego precariedade, opressão e abusos sexistas nas empresas, levam inevitavelmente a uma maior necessidade de recorrer aos Serviços de Saúde. Porém, nos últimos dez anos, os governos encerraram maternidades, centros de saúde, serviços de urgências, valências e urgências hospitalares, aumentaram as taxas moderadoras, cortaram nos transportes de doentes, diminuíram os profissionais nos serviços. Criaram as condições para a fuga de enfermeiros a.s. e médicos a.s. e criaram obstáculos à aquisição de medicamentos e materiais de tratamento, aos exames complementares de diagnóstico, remetendo muitas vezes os doentes para serviços privados, que assim são favorecidos por políticas desumanas.

Constatamos a escassez de meios nos cuidados continuados e paliativos quando se prevê um grande aumento de patologias debilitantes e do foro oncológico que carecem desses cuidados; o desrespeito pela saúde sexual e reprodutiva e pela função social da maternidade, nas condições de emprego instável, precário e desregulado; a incapacidade de dar resposta atempada e eficaz às vítimas de violência doméstica ou às consequências do assédio moral no trabalho ao nível da saúde mental e emocional.

Garantir a saúde da mulher em todo o ciclo da sua vida é assegurar direitos e promover a autonomia e a emancipação das mulheres. Por isso o MDM assume a urgência de lutar por políticas que garantam um serviço Nacional de Saúde, no respeito pelo direito à igualdade das mulheres e dos homens também na saúde.

 Quinta-feira, ao fim da tarde, o Núcleo de Viseu estará na Rua Formosa em Viseu, denunciando a urgência de lutar pela saúde da mulher, numa iniciativa que apela à mobilização das mulheres, na certeza de que esta situação, pela sua vontade, pode e deve ser mudada.



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Sábado, 7 de Março de 2015
Dia Internacional da Mulher em Viseu

Duas iniciativas MDM:

1. Hoje, no Lugar do Capitão, 22 horas

2. Amanhã, Av da Europa - frente ao tribunal, 10 horas

 

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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015
Não há amor com violência!

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O Movimento Democrático de Mulheres – Núcleo de Viseu, assinala o Dia dos Namorados com uma iniciativa de alerta, sensibilização e combate à violência nas relações de intimidade.

Face à realidade preocupante que os estudos revelam neste âmbito, a aposta deve ser investir na prevenção.

A divulgação tipificada de sinais de violência a ter em conta, é feita através de um postal virtual disponibilizado pelo MDM para partilha nas redes sociais. Dia 13, sexta-feira, frente ao Mercado 2 de Maio, o mesmo postal vai apelar ao compromisso de namoradas/namorados e amigos/amigas nunca virem a desenvolver aqueles comportamentos.

Antes que seja tarde, é preciso recusar a humilhação pública ou privada, a calúnia, o controlo, a invasão do espaço pessoal. É preciso estar atento, porque não há amor com violência e todos os dias são de namorar.

https://www.facebook.com/MDMViseu



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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2014
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
 
Recuperamos hoje um texto de 2010 e que continua atual
 

Por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Núcleo de Viseu do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) manifesta a sua solidariedade para com as mulheres portadoras de deficiência e denuncia a discriminação intolerável de que são vítimas.

Na realidade, as mulheres com deficiência são sujeitas a múltiplas discriminações por serem mulheres e terem uma deficiência: na participação no mercado de trabalho, na educação e formação, na protecção social, no acesso a bens e serviços essenciais, no acesso à cultura, à saúde, na participação social», salienta, em nota de imprensa, o MDM, que alerta para o facto de «a situação económica, social, cultural e política destas mulheres está longe de cumprir o respeito por direitos básicos.

As mulheres portadoras de deficiência estão ainda em desvantagem no acesso e manutenção do emprego, uma vez que são as primeiras a ser despedidas e as últimas a conseguir um emprego. A inacessibilidade do meio, a ausência de transportes adaptados e a inadaptação do posto de trabalho constituem factores de discriminação graves.

Por outro lado, as mulheres e as meninas deficientes são mais vulneráveis aos abusos no seio da família ou nas instituições - um grande número delas é vítima de violência física, psicológica e sexual. Não são encorajadas a descobrir a sua própria sexualidade, a planear uma vida a dois. São aconselhadas a evitar a maternidade, sendo-lhes mais vezes negada a assistência médica de maternidade e forçadas à esterilização. São profundamente desvalorizadas.

É notícia hoje na comunicação social que uma em cada duas mulheres com deficiência é vítima de violência de género. 

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014
Evocação do Dia Internacional pela Eliminação de todas as formas de Violência sobre as Mulheres

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Decorreu esta semana o Dia Internacional pela Eliminação de todas as Formas de Violência exercidas sobre as Mulheres.

Quando a tentativa de reduzir estas formas à violência doméstica tem dominado a evocação da data, lembramos aqui os motivos históricos que estão na base da sua celebração.
No dia 25 de Novembro de 1960, na República Dominicana, foram brutalmente assassinadas por ordem do ditador Rafael Truillo, as três irmãs Mirabal, ativistas de direitos humanos que lutavam por soluções para problemas sociais do seu país depois de serem perseguidas e presas diversas vezes.

Essa data passou a ser comemorada todos os anos desde 1981, por organizações ativistas dos direitos das mulheres.
Em 1993, através da Resolução 48/104, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração para a Erradicação da Violência contra as Mulheres e designou, em 1999, a data como Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, apelando aos governos, às organizações internacionais e ONGs, para organizarem, nesse dia, atividades para sensibilizar a opinião pública para este problema.
Em parceria com o Movimento Democrático de Mulheres, foram muitas as escolas do distrito de Viseu que evocaram este dia jogando o jogo "Quantos Queres?" em diferentes turmas.

Ao final do dia estivemos na Rua Formosa, em Viseu, a convidar quem por ali passou para jogar o combate à violência sobre as mulheres. Esta atividade marcou ainda presença no Palácio do Gelo ao início da noite.
Com esta iniciativa esperamos ter dado um contributo para combater este desrespeito pelos direitos humanos.



publicado por mdm-viseu às 18:17
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